Carta de Amor VIII por Aggio Piaggio

A Batatada
É de há muito conhecida a influência deste tubérculo precioso nas nossas vidas.
Por isso mesmo, é-me impossível pensar em ti sem pensar em batata.
Quem me dera seres tubérculo, para eu te poder acariciar, lavar, tirar a casca e cortar em fatias redondas.
Quem me dera que pudesses ser frita em óleo vegetal e ficares douradinha.
Ou que pudesses ser desfeita em puré, de preferência com noz moscada.
Tu sabes o quanto eu gosto de ti, mas quero ao mesmo tempo exercer os meus dotes culinários.
Tu sabes que eu te conquistei pelo estômago, com as minhas batatas a murro.
E por falar em murro, não queres também tu sofrer um pouco, levar uma ou mais pancadas secas, para ficares molinha e aberta ao meio, e depois ser recheada com cebola e azeite?
Se gostas realmente de mim, sê a minha noisette de batata.
Eu amo-te, minha pomme de terre.

Posted in SL. 4 Comments »

4 Responses to “Carta de Amor VIII por Aggio Piaggio”

  1. Portugal Decosta Says:

    Ahahahahahahahahahahahah!
    Esta’ bem gira esta!😀

  2. Blue(Angel) Says:

    Está tudo dito!!! Esta batatada está um mimo!!!😀

  3. Lu Says:

    lolololol Amazing!😀

  4. Katie Says:

    Erm….. Blimey!!!😉


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