Apetece-me

Entre muitas outras coisas, hoje apeteceu-me escrever.

Não é minha intensão mandar o post da Filipa (com um video tão lindo) para baixo, mas é praticamente inevitável que assim seja.

Tagus, como todos sabem, é o nome do rio que banha Lisboa, capital de Portugal.

Desde os tempos mais remotos que as civilizações que habitaram o territorio reconheceram ao Tejo grandes condições de navegabilidade, sendo por isso, o meio previlegiado para fazer transportar as mercadorias. não sei se sabem, mas há muitos séculos atrás o meio mais eficas de transportar mercadorias era o barco, pois as estradas da altura nao eram muito seguras, não pelo número de acidentes, mas pelos ladrões de estrada.

Aquando das cruzadas, foi de Lisboa que partiram milhares de cruzados para combaterem os “infiés”.

Lisboa, e o Tejo, passam a ser ponto de paragem obrigatória, por volta do século XIII, em todo o comércio que ligasse o Mediterrâneo a Inglaterra ou aos países nórdicos, e mais tarde, insere-se completamente em todas as rotas marítimas.

O Rio Tejo tem também um papel importante nas crises políticas da Época Medieval (1ª dinastia) e, foi daí também que partiram os navegadores portugueses em busca de novos mundos.

O porto de Lisboa ganhou importância, tamanho e volume quando aumentaram as trocas comerciais com as colónias e, consequentemente, com o resto da Europa. Tendo, por isso, sofrido várias alterações e modificações ao longo dos séculos.

Os rios são, geralmente, o fio condutor de vida das vilas e cidades que se instalam nas suas margens e o Tejo não foi nem é excepção. Ainda hoje podemos constatar que o Porto de Lisboa e o próprio Rio Tejo, nos seus vários pontos, estão cheios de vida.

Bem… pronto… apeteceu-me falar um pouco do Rio Tejo e da sua história. Nada muito aprofundado para não cansar! hehe!

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5 Responses to “Apetece-me”

  1. Fokas Says:

    E o Guadiana? Também não é rio?
    Desculpa… mas tenho um gato constipado…a chatear-me!!!

  2. Sonya Says:

    É pois, coleguinha! O Guadiana, o Mondego, o Douro, o Sado, o Minho. E depois há os outros todos. Portugal é um país com muitos rios, ribeiras, nascentes, afluentes e afins. Se me ajudares, faço a história de todos eles… looooool

  3. Fokas Says:

    Sonya,

    O risco de escrever como de viver significa por vezes dizer asneiras mesmo quando não se quer ofender ninguém em particular…muito menos um gato. Ontem fizeram-me mais uma vez um reparo e como sou surdo de um ouvido mas oiço muito bem dos outros dois, aqui fica uma reflexão matinal sobre a intolerância. O gato que me referia é meu vizinho na RL, anda pelo jardim meio abandonado pela minha irmã que está de férias e deixou o bicho entregue a si próprio. Ora como odeio gatos e outros bichos em casa e tinha emprestado a casa ao meu filho que também tem uma gato miserável, estive(mos) desde quarta feira a limpar a casa de pêlos de gato. O espectáculo era deprimente asseguro-te! In house poucas gavetas e armários sobraram à sanha assassina do animal and out os gatos tomaram conta do jardim. Para além de horas de trabalho perdido destruído, as criaturas anda por cima estão doentes e constipadas! Eu sei que há pessoas que adoram animais e que não é políticamente correcto falar mal dos bichos. Mas eu não aguentei e falei públicamente mal dos gatos.Um erro político grave que eu sei que me pode causar alguns aborrecimentos in and out world. Mas assumo que o meu limite de tolerância não é infinito e às vezes passo-me mesmo dos carretos! Apetece-me ser desdenhoso e mau e dizer como o Claudel ( sim o irmão da Camile!: Tolerância? Há casas para isso!

    Se as liberdades de crença, de opinião, de culto são de direito, não podem ser toleradas mas simplesmente respeitadas, protegidas e celebradas. Não é Elora? A palavra tolerância implica na nossa língua com acordo ortografico assinado uma ideia de polidez, às vezes de piedade, às vezes de indiferença. Não gosto desta palavra tolerância. Falemos sim de respeito, de simpatia, de amor e dos afectos. E para ficar por aqui por agora…acabo com uma frase belíssima de André Comte-Sponville no seu “Pequeno Tratado das grandes virtudes”..Como a simplicidade é a virtude dos sábios e a sabedoria dos santos, assim a tolerância é sabedoria e virtude para aqueles que como eu nem são uma coisa nem outra. Pequena virtude, mas necessária. Pequena sabedoria, mas acessível.

    Mas não me venham com estórias de gatos… que eu ando muito sensível! Obviamente cara Sonya, Elora e Imso este post não tem nada a ver com Nekos nem com gatos sodomitas.

  4. Sonya Says:

    Fokas, meu Mestre, não sei o que se passa contigo, mas conseguiste fazer um comentário maior que o post… ainda por cima, um comentário matinal e profundo. Acho que temos que ter uma conversa muito séria sobre a Carlota Joaquina… ou será sobre a Maria Antonieta?! De certo, ambas as duas (lol) terão tido gatos.
    claro que quando se escreve se diz muitas asneiras… mas não é de asneiras que o homem vive?! hehe! animo, gajo!😉
    E o próximo post será sobre o douro… aquelas águas nortenhas terão algum tipo mais valia, nem que seja so pelo vinho do Porto.

  5. Ofland Says:

    … algo?
    🙂


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